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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ampliando a Colheita pelo Princípio da Honra



O tema para 2014 Ampliando a Colheita pelo Princípio da Honra vai convocar a mim e a você para testes diversos. O mais desafiador será o teste do caráter, pois falaremos de colheita por merecimento da honra, e isso significa que seremos donos da colheita das sementes que semearmos.

Uns semeiam contendas e querem colher bonança. Esquecem que a tempestade está a postos para ser liberada para os semeadores de contendas. Tanto no aspecto físico como espiritual, colheremos exatamente o que temos plantado. Precisamos ser tementes quando estivermos em dias de angústias para não liberarmos palavras que contrariem todas as sementes de vida que já plantamos. É como se estivéssemos lançando ervas daninhas no solo que tanto já trabalhamos.

A inconsequência é muito grande por parte de alguns, pois recebem as instruções como trabalhar a terra, plantar as sementes, regar o solo e esperar o tempo do fruto. Mas, se alguma coisa interrompe o processo, poderá trazer pragas para dentro da lavoura que, a custo de muito suor, está sendo trabalhada para um tempo favorável na nossa direção.


Faz-me tremer o fato de perceber que alguns estão passando a vida plantando maldição e querendo colher bênção. A semeadura se expressa por vários fatores e precisamos saber quais são os níveis de sementes que estamos plantando para não requerermos uma colheita diferente da legalidade do que está sendo lançado no solo. É preciso voltar aos fatores que determinam colheitas saudáveis, obedecendo à lei do plantar e colher; isso é um princípio inevitável.

Quando entramos no tema colheita, ficamos celebrantes, mas não nos damos conta que colheremos tudo que plantarmos, que não temos como fugir da lei que está em Gálatas 6.7-10. “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.”

Tudo que o homem plantar, isso também colherá! E, nessa verdade, estão duas fontes importantes: bênção ou maldição, vida ou morte, luz ou trevas, alegria ou tristeza. Mas como se dá o processo?

1. Sementes de morte

Muitas pessoas passam a vida apenas na proposta de fazer o bem, mas insistem no mal. Deveriam viver de tal forma a atrair bênção, mas chamam à existência maldição. Elas profetizam contra si mesmas e maldizem as famílias. Não controlam a língua nem põem freios na boca; estão na lei dos insanos, que não medem as consequências do que falam.

Tanatos ou necros, morte, em grego, é uma condenação eterna, uma sentença liberada pelos lábios ou atitudes, são inconsequências que permeiam a mente de pessoas que julgamos nobres e até mesmo sábias. Não podemos deixar que nossa boca se torne um veículo que deponha contra nossa própria vida.

2. Sementes de vida

Plantar para a vida é uma solicitude divina a fim de que cada um seja responsável pela semente que está plantando. Não existe como plantar uma espécie de semente e colher outra espécie de fruto. “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” (Gálatas 6.8). Esse texto diz que o que planta no Espírito vai colher vida, e vida eterna. Veja o nível da colheita que estabelece uma mudança radical na direção dos lavradores sejam da seara humana, sejam da seara espiritual. O importante é saber se comportar diante da semente e do solo. A semente que cair no solo dará destinos, quer sejam desejáveis ou não. A ordem, então, é plantar no Espírito. Essas são as sementes de vida, sementes incorruptíveis, que geram indivíduos e situações para contextos diferentes.

Conclusão

Vida está ligada a palavra hai, que está associada a ressurreição, kamtlehai, ou seja, ressuscite para a vida, entre no sobrenatural, tome posse dos seus direitos, seja dono da vida completa e receba da vida abundante.

Uma vida que não se deixa ser corrompida nem se macula é uma vida de vitória em todos os aspectos. Essa é a semente de vida que todos esperam e que todos desejam, que faz parte da chamada da vida de Cristo Jesus em nosso caráter. E Ele nos deu hai, vida, estando nós ainda mortos em nossos delitos e pecados. “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados...” (Efésios 2.1)

Quando Jesus diz: Eu sou a Ressureição e a Vida, está falando do direito de posse que o indivíduo tem para caminhar com ele em plenitude, sabendo que tanto na vida física como espiritual, estaremos usufruindo do nosso direito. “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (João 11.25). Vemos que Ele nos garante a vida abundante. “...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10.10)

Bem, diante dessa verdade, veja que tudo é produto de uma semente, uma semente viva que germinou e trouxe o direito que somos, uma explosão de fidelidade e honra, pois Ele é a Matriz Perfeita. Lembre-se que Jesus disse: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.” (João 12.24)

Como poderemos associar morte a fruto? Vamos falar de colheita e narramos sobre morte? Essa palavra é neveth, que quer dizer broto, o grão que, quando plantado (e não sepultado!), libera neveth e não necros, morte ou tanatos (que se deixou condenar). É a semente que liberou vida, hai, e agora podemos brindar o LeHai, e coroar a graça de ter a colheita estabelecida. Isso mostra a semente de honra, pois não negou o poder que existia no seu DNA e está pronta para reproduzir outras sementes para a manifestação de milhares de frutos.

Sabemos que neveth é o grão que honrou seu destino, sabe exatamente quem é, como se comporta e como se manifesta diante das circunstâncias que pareçam adversas, que trabalha com seriedade e proteção dos grãos para que não perverta nem comprometa a essência do trabalho.

Como trabalhar essa honra? Bem, estamos tão conceituados em honra, que precisamos saber que todos os frutos que colhemos pertencem a Deus, são filhos gerados para Ele, porque dEle somos todos nós. A visão da honra, nesse sentido, é a responsabilidade de consolidar o fruto. Vamos colher a cem por um, e, dentro dessa colheita extraordinária, nós nos lançaremos a decretos de mudanças de sorte e nos valeremos do direito da aliança. Aquele que planta tem o direito de comer dos seus primeiros frutos.

Caminhando nesse tempo de colheita, vigiados agora na nossa boca e atitudes, queremos que esse sobrenatural do neveth entre nos lares, nos trabalhos, nas finanças do povo de Deus, nas cidades, nos estados, na Nação e nações da Terra.

Os que possuem ministério, que cresçam no direito do decreto a cem por um, e os que desejam crescer verdadeiramente, que tenham a bênção da manifestação de filhos de honra. Que no DNA, a semente não minta na sua essência, e em tudo quanto temos trabalhado, que o Eterno honre o fruto do nosso penoso trabalho.

Nesse contexto de conquistas que já consolidamos e na expectativa das conquistas que vamos consolidar, precisamos ampliar a nossa colheita, guardando o princípio da honra. Se isso acontecer, com certeza, seremos cidadãos melhores e construiremos pessoas com uma expectativa de vida muito mais ampliada.

Feliz 2014 para todos e desfrutem o melhor tempo da sua vida!

Apóstolo Renê Terra Nova

DECRETOS

– 2014 será o ano mais extraordinário da nossa vida, pois passamos longos anos plantando sementes de vida e colheremos uma multidão de filhos legítimos, como recompensa do árduo trabalho na direção do nosso Amado Noivo Jesus.

– Teremos restituição de tudo, tudo quanto perdemos, e seremos compensados a cem por um segundo a promessa do Senhor, que não mente na direção dos Seus filhos.

– Viveremos dias incríveis, de mudanças necessárias e consolidação sobrenatural, pois o Senhor nos surpreenderá com as Suas boas notícias, e milagres exagerados chegarão aos nossos lares. É a colheita do milagre!

– Seremos recompensados por coisas que não estávamos esperando, pois a Lei da Recompensa não mente na direção dos filhos de Deus.

– Deus vai trazer a bênção que foi gerada há anos, quando a força do coração estava esvaindo. Virá a promessa velada na direção do Eterno e, como fidelidade do Todo-Poderoso, a bênção que não traz acréscimo de dor alguma.

– Em 2014, todos mudarão de sorte. O Senhor ampliará a tenda, mudará o humor e dará a dança do mancebo e das virgens por termos vencido nossas guerras. Será chamado o ano incrível, pois assim como Jacó em quatorze anos se transformou em Israel, e o Senhor lhe conduziu para o território de SUKOT, fazendo com que a prosperidade fosse sem limites, essa sorte cairá sobre nós e contaremos a milhares os grandes feitos do Senhor.

– 2014 será o ano da resposta favorável. Deus nos entregará uma tocha de avivamento, começando na vida pessoal, estendendo-se pelas casas e mudando absurdamente histórias e históricos.

– O pobre experimentará riqueza e o fraco receberá do Senhor força. Mudanças radicais acontecerão nos arraias dos santos, e os nossos filhos e amigos saltarão de alegria na presença do Eterno.

Feliz 2014! O Ano da Colheita Ampliada pelo Princípio da Honra.


Fonte: Ministério Internacional da Restauração

O Autor: Renê de Araújo Terra Nova é o Apóstolo Presidente do Ministério Internacional da Restauração (MIR), com sede internacional em Manaus/AM, e Patriarca da Visão Celular no Modelo dos Doze (M12).
Casado com Ana Marita Nogueira Terra Nova, tem quatro filhos. Autor de dezenas de livros, apresentador do programa Semente de Vida, é o Embaixador para o Brasil da International Christian Embassy of Jerusalem (ICEJ), e membro da International Coalition of Apostolic Leaders (ICAL).